quarta-feira

Poluição tem diminuído a visibilidade do céu

Céu azul? Nem tanto. O estudo, feito por pesquisadores das universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, analisou dados de concentrações de aerossóis desde 1973, e apontou que a visibilidade sobre os continentes tem caído seguidamente.
 Aerossóis são partículas sólidas ou líquidas em suspensão na atmosfera, que podem ser: fuligem, poeira e partículas de dióxido de enxofre, ou seja, poluição, principalmente derivada da queima de combustíveis fósseis.
 Segundo o estudo, está justamente na poluição promovida pelo homem o maior motivo para que o céu sobre a superfície terrestre não esteja tão visível hoje como há 36 anos.
 Os pesquisadores verificaram que em todos os continentes a visibilidade piorou, com exceção da Europa, onde a situação está melhor do que em 1973, sinal de que as medidas antipoluição têm surtido efeito no continente.
 Os dados foram obtidos de 3.250 estações meteorológicas em todo o mundo, compiladas pelo Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos. Também foram usados registros feitos por satélites. Visibilidade foi considerada a distância que um observador consegue ver com clareza a partir de um determinado ponto - quanto mais aerossóis estão presentes no ar, menor a distância vista.
 Aerossóis afetam a temperatura superficial da Terra ao refletir a luz solar de volta ao espaço -reduzindo a radiação na superfície - ou ao absorver a radiação, aquecendo a atmosfera. Os efeitos de esfriamento e aquecimento promovidos pelas partículas suspensas modificam as formações de nuvens e de chuvas.

terça-feira

Mercúrio indica poluição urbana e industrial na costa brasileira

As emissões de mercúrio têm sido largamente reduzidas a partir da década de 1970, existe ainda vestígios de sua presença no solo, poeira e ar. Pesquisadores acreditam que a medida da distribuição deste elemento possa ser um ótimo indicador de níveis de poluição presentes na costa brasileira, região que concentra grande densidade populacional e de indústrias do país. No Brasil, este metal não é encontrado em concentrações elevadas naturalmente no sedimento e, quando surge, é fruto da atividade humana.

"Embora os processos industriais tenham substituído o mercúrio como matéria-prima de vários modos de produção, o metal permanece sendo emitido principalmente por fontes difusas e como constituintes traço de efluentes urbanos e domésticos", explicam os autores da pesquisa, Rozane Marins, Francisco José de Paula Filho, Saulo Robério Rodrigues Maia e Wanessa Sousa Marques, da UFC, e Luiz Drude de Lacerda, da UFF. Como fontes difusas pode-se entender o uso ainda feito desta matéria prima em componentes de lâmpadas, aparelhos de pressão, termômetros, restaurações odontológicas (amálgama), na combustão de carvão e derivados de petróleo, ou quando o meio ambiente encarrega-se de redistribuí-lo, pelo solo e drenagens.

Fonte: comciencia.br

Projeto, de olho no óleo

 Seja um amigo do meio ambiente e colabore com a campanha de arrecadação de óleo de cozinha.
 O projeto é uma iniciativa da Marim Gerenciamento de resíduos, que tem como compromisso a preservação do meio ambiente e juntamente com uma empresa parceira, viabilizaram o destino deste óleo e estabelecendo um novo ciclo de vida a este produto, na produção de biodisel, permitindo que ele volte para o sistema produtivo.
1 litro de óleo contamina cerca de 1 milhão de litros de água,o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos.Vamos fazer a nossa parte e levar o óleo de cozinha para as escolas mais próximas de sua casa e fazer parte deste projeto.
Visite o site: http://www.marimresiduos.com.br/
Local de entrega do óleo: Av. Cel. Joaquim Montenegro, 531 – Ponta da Praia.
Telefone: (13) 3278-4444



sexta-feira

Audiência pública discute projeto de lei sobre poluição sonora

 Para combater a poluição sonora em São Vicente, a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) realiza audiência pública para discutir com a população e órgãos competentes, o anteprojeto que dispõe diretrizes para coibir o uso abusivo de som no Município.
 Segundo o secretário de Meio Ambiente, Alfredo Moura, os problemas referentes ao som abusivo produzido por bares, casas noturnas, carros de propagandas e templos religiosos são alvo de denúncias que chegam à Semam. “É necessário que todos os direitos de bem-estar e descanso da maioria sejam respeitados”. O secretário destaca que o objetivo da audiência pública é somar opiniões sobre o projeto de forma democrática antes de regulamentar a lei. “É o ponto de partida para que se atenda às necessidades da população. Por isso, é importante que a comunidade e as entidades envolvidas no assunto participem”.
Fonte: A Tribuna On-line