terça-feira

Mercúrio indica poluição urbana e industrial na costa brasileira

As emissões de mercúrio têm sido largamente reduzidas a partir da década de 1970, existe ainda vestígios de sua presença no solo, poeira e ar. Pesquisadores acreditam que a medida da distribuição deste elemento possa ser um ótimo indicador de níveis de poluição presentes na costa brasileira, região que concentra grande densidade populacional e de indústrias do país. No Brasil, este metal não é encontrado em concentrações elevadas naturalmente no sedimento e, quando surge, é fruto da atividade humana.

"Embora os processos industriais tenham substituído o mercúrio como matéria-prima de vários modos de produção, o metal permanece sendo emitido principalmente por fontes difusas e como constituintes traço de efluentes urbanos e domésticos", explicam os autores da pesquisa, Rozane Marins, Francisco José de Paula Filho, Saulo Robério Rodrigues Maia e Wanessa Sousa Marques, da UFC, e Luiz Drude de Lacerda, da UFF. Como fontes difusas pode-se entender o uso ainda feito desta matéria prima em componentes de lâmpadas, aparelhos de pressão, termômetros, restaurações odontológicas (amálgama), na combustão de carvão e derivados de petróleo, ou quando o meio ambiente encarrega-se de redistribuí-lo, pelo solo e drenagens.

Fonte: comciencia.br

Projeto, de olho no óleo

 Seja um amigo do meio ambiente e colabore com a campanha de arrecadação de óleo de cozinha.
 O projeto é uma iniciativa da Marim Gerenciamento de resíduos, que tem como compromisso a preservação do meio ambiente e juntamente com uma empresa parceira, viabilizaram o destino deste óleo e estabelecendo um novo ciclo de vida a este produto, na produção de biodisel, permitindo que ele volte para o sistema produtivo.
1 litro de óleo contamina cerca de 1 milhão de litros de água,o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos.Vamos fazer a nossa parte e levar o óleo de cozinha para as escolas mais próximas de sua casa e fazer parte deste projeto.
Visite o site: http://www.marimresiduos.com.br/
Local de entrega do óleo: Av. Cel. Joaquim Montenegro, 531 – Ponta da Praia.
Telefone: (13) 3278-4444



sexta-feira

Audiência pública discute projeto de lei sobre poluição sonora

 Para combater a poluição sonora em São Vicente, a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) realiza audiência pública para discutir com a população e órgãos competentes, o anteprojeto que dispõe diretrizes para coibir o uso abusivo de som no Município.
 Segundo o secretário de Meio Ambiente, Alfredo Moura, os problemas referentes ao som abusivo produzido por bares, casas noturnas, carros de propagandas e templos religiosos são alvo de denúncias que chegam à Semam. “É necessário que todos os direitos de bem-estar e descanso da maioria sejam respeitados”. O secretário destaca que o objetivo da audiência pública é somar opiniões sobre o projeto de forma democrática antes de regulamentar a lei. “É o ponto de partida para que se atenda às necessidades da população. Por isso, é importante que a comunidade e as entidades envolvidas no assunto participem”.
Fonte: A Tribuna On-line

Poluição do ar em São Paulo aumenta riscos de infarte

Dias quentes e sem chuva que têm feito na Capital agravam situação.
Mesmo no feriado, índices se mantêm acima do recomendado.

A poluição do ar pode provocar sérios danos à saúde. Além de problemas respiratórios, um grave efeito colateral trazido pela poluição é o aumento do risco de infarto. E numa cidade poluída como São Paulo, nem mesmo o feriado prolongado e a redução dos carros circulando pelas ruas conseguiu tornar o ar mais puro.

O Butantã, na Zona Oeste da Capital, foi o bairro que mais sentiu os efeitos da poluição na sexta-feira (7), em pleno feriado da Independência. A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) colocou o bairro em estado de atenção porque o nível de concentração de ozônio ultrapassou o padrão considerado aceitável pela legislação ambiental.

O quadro melhorou um pouco neste sábado (8), mas o ar que o paulistano respira na cidade continua sendo inadequado. E o calor dos últimos dias colabora para agravar a situação.

O ozônio é um poluente que se forma na atmosfera com a queima de combustível. A irradiação solar, sol quente e sem chuva, potencializa esse efeito e aumenta a concentração de ozônio.

Entre as recomendações dadas pelos especialistas estão evitar a prática de exercícios físicos entre 13h e 17h, ingerir bastante água, principalmente nos dias quentes, secos e poluídos.

fonte: globo.com